23 março 2013

Como criar meu negócio?



Creio que a maior dificuldade a todos aqueles os quais começam ou procuram um negócio para iniciar é saber quais os passos “corretos”a serem dados, ou se determinado ramo é o melhor ou não para se iniciar um empreendimento.

Sou de acordo de que não existe de fato um ramo correto para se iniciar um negócio, pois estes na maioria das vezes refletem a maneira de pensar do empreendedor e sobre o que ele acredita ser o melhor passo a seguir. Entretanto, é certo dizer que existem determinadas áreas da economia em que o valor agregado ao negócio é mais lucrativo e/ou possui melhor demanda de mercado. Mas ainda assim, este valor e esta demanda depende das características e estrutura do mercado o qual se pretende trabalhar. E mesmo que não exista, ainda se pode criar o valor e a infraestrutura para o mercado.

Vamos ser mais claros. Eu, como um emrpeendedor, desejo abrir uma padaria em meu bairro. Primeiramente me pergunto se investir em uma padaria poderia ser o melhor empreendimento para se gerir no meu bairro. Tudo irá depender da demanda, da infraestrutura que existe neste local por uma padaria ou não. Digamos que o acesso a padarias (por serem escassaz neste mesmo bairro)seja difícil, então, parecendo o mais óbvio, que um investimento neste sentido pode ser bem lucrativo, e supondo-se também que o bairro já possua uma certa infraestrutura para abraçar o negócio. Feito todos os passos para o início do pequeno negócio, agora testa-se o dia-a-dia entre empresa e consumidor. Mas o “x”da questão neste momento passa a ser agora “quais os melhores passos a serem dados daqui para a frente”. Ai então chegamos talvez ao centro dos problemas empresariais. É certo que ser empreendedor trás riscos agregados conjuntamente, mas não necessariamente estes riscos devem ser tomados sem compromisso e responsabilidade. E tais passos escolhidos conduzirão os negócios a vida longa, ou não.

Como então conduzir meu negócio a fim de se reduzir os riscos e otimizar o seu sucesso?

Quando assunto é negócios, afirmo novamente que não existem maneiras “corretas” e imutáveis sobre gerência (e insisto nessa tecla). Mas é unanime que se siga determinadas regras para possibilitar o sucesso. Gostaria que o leitor se desse a oportunidade para dar uma olhada na “visão 360”de Eike Batista, um dos maiores nomes do empreendedorismo no Brasil atualmente, o qual é o modelo de gestão criado por ele mesmo e utilizado pelo grupo EBX, .

Acesse o link Visão 360 , e na próxima postagem iremos discutir um pouco sobre ela.

Assitam ainda ao video Entenda melhor a visão 360 de Eike batista:



Fiquem  atentos e até mais ver!

26 maio 2011

MMN e Atitude Empreendedora - Trabalhe nesta equipe!

Caro amigo leitor,

Você é uma pessoaa que está de fato interessada em desenvolver um negócio a partir de casa mas não tem o conhecimento e experiência para iniciar e desenvolver seu negócio próprio?


Sendo sua resposta SIM, começamos esta carta direcionada a você, afirmando que para se iniciar um negócio próprio, principalmente referindo-se àquele que tem como sua ferramenta de divulgação principal a internet, não é necessário de fato ser nenhum especialista, mas requer esforço e persistência atrvés de uma atitude empreendedora.


Mas você pode questionar sobre o que vem a ser essa atitude empreendedora e como desenvolve-la. Iniciamos afirmando que esta “atitude” é possível de se desenvolver, e não é algo inato. Acreditamos que todos nós podemos viver e ser este empreendedor, pois somos seres criativos e de possibilidades. Nascemos com as mesmas possibilidades genéticas, mas muito de nossa personalidade, atidutes e crenças se desenvolvem a partir do que vivenciamos, o quê e como experienciamos os acontecimentos na vida de cada um nós.

É necessário saber que a atitude empreendedora é tomar os riscos necessários como nossa total responsabilidade. Para desenvolvê-la, devemos ficar atentos as mudanças do mercado e necessidades dos clientes e possíveis clientes; é necessário sempre buscar pelo aperfeiçoamento, perscrutar, observar atentamente, estar aberto às mudanças, aprender sempre, selecionar, organizar, planejar estrategicamente para que se possa diminuir e ter mais controle sobre os riscos impostos a um empreendedor. É necessário renovar, inovar ou (re)inventar – isto inclue não apenas o seu negócio, mas a “si mesmo” - no final das contas é interessante e importante observar que negócios de sucesso (ou não) refletem a maneira de pensar do “dono do negócio”, ou da equipe deste, no que se refere as decisões e escolhas tomadas de como conduzir um empreendimento.

É necessário iniciar, executar, fazer, agir. É necessário acreditar e persistir sempre no que se faz, pois momentos de instabilidade sempre vem, mas também passam. E, finalmente, é necessário criar o seu valor. E quem cria o valor de seu negócio é você mesmo.

Portanto, crie o valor de seu trabalho para o mercado!

Empresas sérias sempre andam antenadas na sua promoção, na promoção de sua marca. E eis, então, um dos objetivos a ser alcançado a partir da proposta de trabalho utilizada por todos que queiram se associar a equipe Viver Empreendedor: a promoção de seu trabalho, de seu negócio; a promoção de sua marca pessoal para se alcançar o sucesso.

O objetivo desta equipe, e como em qualquer outro trabalho dentro da indústria de marketing multinível, é conduzí-lo para o seu sucesso profissional e pessoal, com o diferencial de que esta equipe acredita legitimamente que para se desenvolver um bom trabalho, sólido e duradouro, o trabalho em time – bem como um bom relacionamento - é de fundamental importância para a manutenção e vitalidade de seu negócio. Vale ressaltar que nisto inclue-se respeito e ética no trabalho.

Portanto, você nunca estará sozinho e desorientado desenvolvendo seu negócio (especialmente dentro desta indústria a qual é feita a partir, com e para pessoas que se interessam por ela), posto que a Equipe Viver funciona como uma incubadora de empreendedores mmn, dando suporte e treinamento para os futuros agentes de mudança da sociedade.


Se, depois do exposto acima, for de seu real interesse desenvolver e saber mais sobre como iniciar o seu negócio de marketing de rede, bem como quais os treinamentos sugerimos para o aperfeiçoamento de seu negócio, envie sua mensagem com suas dúvidas e questionamentos para:

livinghomebusiness@gmail.com

sob o assunto “quero ser empreendedor”.


Seu e-mail será respondido por nossa equipe o quanto antes possível (ressalta-se que este blog não compartilha seu e-mail com terceiros e não envia mensagens a sua caixa de e-mail, a não ser quando solicitado).


Viver

Mais informações, acesse o nosso site: Viver Empreendedor

20 maio 2011

Solução em Vendas

Olá amigos,

Tentando acompanhar as necessidades do leitor empreendedor quanto a preencher uma das maiores lacunas de sustento dos empreendimentos que criamos – as vendas – achei interessante então compartilhar um artigo que encontrei sobre a área. É um artigo rápido e claro que pode servir como guia de como iniciar e entender mais sobre a área de vendas.

Comparilho ainda que o importante de fato é saber ser consultor daquilo que se oferece, mostrando e trazendo soluções de acordo com as necessidades do cliente. Neste caso, o artigo fala sobre o “saber ouvir”, ser empático com o cliente, empatia tal que pode ser descrita como também o tentar “sentir” as necessidades deste cliente, o qual deve ser entendido como uma pessoa a espera de uma solução/ajuda para o seu problema, e não meramente como o meio de movimentação de produtos ou serviços oferecidos pela sua empresa. Interação e ética devem sempre fazer parte de um negócio que busca o caminho da prosperidade.
É isso aí. Abraços!


Viver

acesse o nosso site: Viver Empreendedor

29 abril 2011

O que o "abandono" pode gerar em nossas vidas?


Olá amigos,


Hoje me proponho a falar um pouco sobre VIDA. Sim sobre VIDA (relembrando, uma das propostas desse blog é trazer ao leitor a necessidade da visão para a saúde e bem-estar, e estas questões envolvem também o "estar psicológico" de cada um). Mas sei que falar sobre vida é um assunto extremamente vasto e inesgotavel, portanto, oriento o texto a uma reflexão (produzida pela psicóloga Rosemeire Zago, no artigo abaixo) sobre uma questão específica e profunda a todos nós: "o abandono".


Por que falar sobre abandono? Porque todos nós temos a eterna necessidade de sentirmo-nos aceitos seja pelos nossos pais, familiares, entes queridos, amigos, sociedade. Sermos aceitos pelo que somos, sermos aceitos pelo nosso trabalho. Essa necessidade se manifesta em qualquer atividade que possamos desenvolver, pois a carregamos conosco onde quer que caminhemos. O sentimento ou sensação de abandono, que gera a necessidade da aceitação, tem maneiras infindáveis de como se manifestar disfuncionalmente nas mais variadas áreas de nossas vidas - seja no trabalho, negócios, família, relações sociais, interação consigo mesmo. Quando não cuidado devidamente, pode trazer consequências tão profundas quanto dolorosas para a vida de quem o sente.


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O abandono que gera dependência


Creio que um dos sentimentos mais difíceis de serem superados seja a dor do abandono, da rejeição, da perda, que para muitas pessoas começa logo cedo.


Não me refiro só ao abandono cujos pais o deixaram desde o nascimento. Mesmo quem teve pai e mãe presente, pode sentir-se abandonada, se sentir que sua mãe não a escutava, não ouvia. Quando a criança não é aceita em sua realidade, ela não vivencia a autenticidade de seus próprios sentimentos. Não é preciso que a criança seja órfã para ter esses sentimentos, mas é claro que serão mais intensos em quem realmente viveu ou vive a orfandade.


Quando o relacionamento primário fundamental foi comprometido, não havendo um envolvimento total dos pais com os cuidados básicos da criança, ela desenvolverá mecanismos inconscientes para contar com seus próprios recursos. É quando o bebê experimenta o abandono e passa desde muito cedo a agir como um ser independente, como se no fundo soubesse que não pode contar com mais ninguém.


Diante desse abandono podemos encontrar três complexos psicológicos principais. Entendemos por complexo uma determinada situação psíquica de forte carga emocional, que muitos conhecem como "trauma". Ou seja, os complexos são portadores da energia afetiva. Esses três complexos são:


Profunda sensação de ausência pessoal de valor:
O calor materno oferece à criança a sensação de valor. Quando esse amor deixa de existir a pessoa se sente rejeitada, acha que fez alguma coisa errada, e passa a duvidar da razão de sua própria existência, como se houvesse um vazio e que nada o preenchesse. Sentimento que pode perdurar durante anos ou uma vida inteira dentro de algumas pessoas e refletir em todas áreas de sua vida. A tão conhecida baixa auto-estima. A sensação de ter valor é essencial à saúde mental, pois quando se sente valiosa, a pessoa cuidará de si mesma de todas as maneiras que forem necessárias.


Sensação de culpa:
Essa culpa não deve ser confundida com a culpa mais consciente que a pessoa sente quando faz algo. É uma culpa mais profunda, onde acaba por se culpar por não ser amado, aceito. Essa busca pela mãe, ou pela fonte de carinho, amor, pode desencadear outros processos na vida da pessoa. É como se sempre estivesse em busca dessa proteção. Sente que tem uma dor que não pode ser aliviada, e assim, acaba por sentir pena de si mesma, desenvolvendo muitas vezes a auto-piedade.


Espera, ainda, que os outros também a vejam assim, sempre esperando que alguém venha salvá-la. Esse quadro pode gerar relacionamentos de muita dependência. Como perdeu sua ligação com a fonte de sustentação da vida, apega-se a toda pessoa que possa lhe oferecer segurança.


Alguns se apegam a qualquer objeto, pessoa ou forma de comportamento que representa segurança, como sexo, dinheiro, comida, drogas, entre outros. Até o momento de perceber, o que muitas vezes pode levar anos, que esse objeto não tem o mesmo significado e não irá efetivamente suprir essa carência e esse vazio.


Pode também desenvolver muita dificuldade em lidar com a solidão. Como não tem o bastante de si mesma, sente que tem valor apenas quando está na presença de outra pessoa, como se fosse vital para sua sobrevivência. Pode ainda desenvolver uma dependência mútua, criando um verdadeiro elo simbiótico inconsciente, ou seja, o que muitos vivem e conhecem como relação doentia, onde nenhum dos dois consegue deixar esse vínculo, apesar do sofrimento instalado.


Essa situação de excessiva dependência entre duas pessoas cria uma situação psicológica improdutiva e, conseqüentemente, não há troca, crescimento, mas sim muito sofrimento. Torna-se uma situação difícil de ser rompida, pois há muito medo de ser deixada, ficar só, evitando a todo custo, mais um abandono. Pode ainda acontecer o contrário, a pessoa mesmo querendo manter a relação, abandona a outra pessoa, para que ela mesma não seja abandonada. Essa situação de dependência pode fazer com que a pessoa torne-se a criança-vítima, ou seja, procura ser boazinha com o intuito de ser cuidada, gerando a necessidade de agradar e a dificuldade de dizer não, buscando sempre e inconscientemente, aprovação e reconhecimento. É preciso tornar consciente sua dependência e suas eventuais conseqüências para que não fique repetindo situações de abandono.


Profunda atração pela morte:
Para a criança, o abandono por parte dos pais é equivalente à morte. Essa sensação é mais profunda em quem realmente perdeu a mãe no momento do nascimento ou ainda quando era criança. Mas também é sentida por quem não foi literalmente abandonado, mas vivenciou esse medo, que pode ressurgir mais acentuadamente em momentos de renascimento ou quando algum projeto está para ser iniciado, como em momentos de mudança, pois todo caos que precede a cada novo nascimento acaba por gerar um doloroso processo de recordação de sua experiência traumática inicial do abandono, podendo facilmente sentir-se imobilizado frente ao desconhecido, sem permitir-se crescer, transcender, resistindo às mudanças.


Pode existir em algumas pessoas a síndrome do aniversário, onde revive nesse dia seu trauma de infância, o abandono, evitando assim, qualquer tipo de comemoração.


Para lidar com todos esses aspectos o mais indicado é ter consciência de todo esse processo e principalmente, dos sentimentos que surgem, falar sobre eles pode ajudar a integrar conteúdos que estão no inconsciente ao consciente. É preciso aceitar toda essa realidade e não negar seus sentimentos e carências, assim suas necessidades poderão ser supridas de maneira equilibrada e consciente e não através de relações doentias. Ao se permitir sentir a dor, a raiva, mágoa, tristeza, poderá começar a amenizar sua dependência e assumir mais responsabilidade por si mesma e por seus sentimentos.


Quando esses presentes, como carinho, afeto, demonstrações constantes de amor, a certeza de que não será abandonada, não foram dados pelos pais, é possível obtê-los de outras fontes, porém esse processo em geral, dura a vida inteira. Mas é possível transformar toda a dor do abandono ao interagir com essa criança que está dentro de você e que apenas espera por seu amor.

Por:
Rosemeire Zago
Psicóloga clínica com abordagem jungiana, especialização em psicossomática. Desenvolve o autoconhecimento e ministra palestras motivacionais. Contato: (011) 9950-5095

Fonte:

07 abril 2011

Atitudes, Negócios e Método 5S

Quem já ouviu falar do método 5S, surgido no Japão após a segunda guerra mundial,  pode ter a idéia apenas sobre a aplicação de um programa simples para o sistema de qualidade dentro de uma empresa. De fato, o é. Entretanto, os 5S’s propõem tornar-se um hábito ou  uma “filosofia de vida”, o que a curto e longo prazos podem trazer benefícios para a “vida” do negócio, bem como para quem os deseja desempenhar em suas atitudes cotidianas.
O programa 5S vai desde a organização à redução de custos dentro de uma empresa (e quem sabe também sobre a redução e otimização de custos financeiros pessoais), onde a qualidade do trabalho e de vida do trabalhador podem ser melhoradas, criando-se um ambiente mais prazeroso para a execução de tarefas e redução de riscos de acidentes.
Assim, saindo do olhar de um ambiente empresarial, e indo em direção a nossas casas, o que podemos observar? Que problemas são encontrados? E onde podemos melhorar?... Dê uma olhada a sua volta. Que olhar tem você sobre o espaço em que se encontra? A mesma crítica pode ser desenvolvida seja para nossa vizinhança, bairro, cidade. A mensagem mais importante está em como podemos enxergar nossas atitudes habituais e de vida.
Embora o método 5S não seja um método novo, vale a pena conhecer mais sobre essas “atitudes 5S”; em seguida é só esfregar os olhos e permitir-se  com um novo olhar!
Quer saber mais sobre os 5S e sua aplicação? Confira algumas informações disponíveis pela ANVISA no arquivo abaixo, ou procure o Sebrae perto de sua localidade.
SEBRAE - Educação à distância

Um otimo dia a todos!

Viver